Frederico Fezas Vital: "O "desperdício maior" e a força da intergeracionalidade"
Portugal é um dos países mais envelhecidos da Europa. Segundo dados do EUROSTAT, na União Europeia, mais de um quinto das pessoas tem 65 anos ou mais. Em Portugal, o INE mostra que esta tendência vai continuar até ao fim do século. Isto significa que temos muita força de trabalho experiente, com valor a acrescentar, e que estamos a aproveitar mal esse valor.
Em vez de separarmos “coisas para jovens” de “coisas para mais velhos”, acentuando o fosso pela insistência na mitificação, seria mais sensato e, diria, racional, misturar idades e competências diversas na mesma equipa. Os mais velhos trazem a curva da experiência sobre o que funciona e o que falha. Os mais novos trazem ferramentas digitais, mais flexibilidade e novos caminhos. Apenas para nomear, num lampejo, poucas das muitas possibilidades.
Opinião completa disponível na Renascença Online.
Categorias: Católica Lisbon School of Business & Economics