Francisca Guedes de Oliveira: "Liberdades individuais e vacinação"
Somos um país que dá uma enorme importância às liberdades individuais, e muito bem!
Duas questões, a propósito das vacinas da Covid-19 e da liberdade de cada um, estão na ordem do dia: torná-las obrigatórias e usá-las nas crianças dos 5 aos 12 anos. Os efeitos da vacina não são, pelo menos para mim, ainda claros no que diz respeito ao seu impacto na transmissibilidade.
Já se tornou evidente que fazem diminuir os casos graves e as mortes, mas que não bloqueiam nem a contaminação nem a transmissão. Mas, não bloquear, não significa não diminuir, e essa é, para algumas decisões, a questão central.
A diminuição da gravidade dos casos é suficiente para justificar a vacinação em massa dos adultos, quer por questões de saúde pública e defesa da vida, quer por questões de salvaguarda do SNS e dos custos associados. E, se a gravidade baixar para níveis semelhantes aos da gripe usual, estaremos em condições de retomar a “vida normal”, que nunca foi condicionada por causa da gripe, mesmo quando as urgências hospitalares ficaram saturadas e as mortes, sobretudo dos mais velhos, assumiram números significativos.
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