Formar para o mercado de trabalho e para liderar a sociedade

A sociedade do conhecimento vai exigir cada vez mais da academia. Pede-se às instituições que formem pessoas que sejam capazes de responder aos grandes desafios do nosso tempo: digitalização, alterações climáticas, desigualdade exigem não só respostas técnicas como éticas.

Na cidade-berço do pintor Joaquín Sorolla e do arquiteto Santiago Calatrava, sete centenas de reitores ou responsáveis com funções equiparados, de 14 países, Portugal incluído, assumiram o compromisso. Tudo fazer para proporcionar “uma formação abrangente que inclua conhecimentos multidisciplinares, competências transversais e valores que preparem os estudantes tanto para integrar e moldar o futuro mercado de trabalho como para desenvolver e liderar as sociedades do futuro”.

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Isabel Capeloa Gil, reitora da Universidade Católica Portuguesa, considerou, por seu turno, que a grandeza de uma instituição é “ensinar, investigar e ser reconhecido pelo tecido empresarial”. Mas que o mais importante”, “é a visão mais humana e mais justa”. É ela que faz a diferença, hoje e sempre.

Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa do Jornal Económico de 12 de maio de 2023.

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