Formação é alavanca para a competitividade das empresas

Num contexto de negócios profundamente incerto e volátil, as empresas precisam de formação que as ajude a encontrar respostas para os desafios. As Escolas dizem-se em linha com as exigências. 

1. A oferta da academia está ‘alinhada’ com as necessidades das empresas?

A oferta da Católica-Lisbon sofre alterações semestralmente que são fruto de uma ligação permanente de colaboração com o ecossistema empresarial. Só em Inscrição aberta, para um portefólio com cerca de 40 soluções formativas por ano, temos mais de 20 parceiros empresariais e associações sectoriais, assim como um conjunto seleto de instituições de ensino superior, que colaboram ativamente na conceção e promoção dos nossos programas e asseguram que o mesmo não é criado unilateralmente para “vender” ao mercado, mas que surge naturalmente das necessidades e dinâmicas do mesmo. Entre os nossos parceiros temos entidades internacionais que asseguram que a competitividade dos nossos programas se adequa à realidade internacional e a um mercado global.

2. As empresas estão suficientemente despertas para a formação oferecida pelas instituições de ensino superior?

Além da relação e sinergia já existente, as empresas estão a lidar com um desafio de crescente exigência pelos seus colaboradores em terem formação. Por esse motivo, é apenas natural que procurem ainda mais afincadamente nas instituições de ensino superior, nomeadamente aquelas com quem colaboram há mais tempo e a quem reconhecem maior competência e credibilidade, programas e novas soluções de forma consistente e onde possam ajudar a contribuir. Por esse motivo, estão de facto despertas pelo menos para as necessidades de formação, sendo que cabe às business schools assegurar que têm soluções disponíveis e que são do conhecimento do mercado. No que diz respeito à formação customizada sentimos que somos procurados como uma learning solution, solução essa ancorada em estudos e pesquisas credíveis.

Nota: Pode ler o conteúdo na íntegra na edição impressa do Jornal Económico de 26 de maio de 2023.