Fernando Ilharco: "Transformação digital social"
Mudar, as coisas mudam sempre. A mudança é a natureza da realidade, como há 2.500 anos defendeu Heraclito. Como desde então os homens têm testemunhado em todas as épocas. O desafio, por isso, como mostrou Darwin, é a adaptação a um mundo que muda. De um ponto de vista da espécie, as maiores mudanças acontecem de geração para geração.
A geração Z, os jovens recém-entrados na idade adulta, nascidos entre 1995 e 2010, por exemplo, tendem a ser mais emocionais do que as gerações anteriores. A emocionalidade, bem como o bem-estar e o autocontrolo, tende a ser mais reduzida à medida que uma pessoa é mais nova, refere um estudo do Journal of Personality. Esta indicação, no entanto, não deve ser considerada em absoluto. Em parte, o que está em causa tem algo de discricionário e de relativo. Por outro lado, trata-se de juízos assentes em décadas ou séculos de investigação baseada no paradigma do comando e controlo, da superioridade da mente sobre o corpo, da disciplinaridade do conhecimento, etc.
Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa do Jornal de Negócios de 13 de maio de 2022.
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