Fernando Ilharco: "Mesmo quando tudo corre mal"
Hoje em dia sabe-se que a autoconfiança é um as pecto decisivo na alta performance. No topo de qualquer actividade, todos os profissionais, todos os competidores, são competentes, estão motivados e trabalham exaustivamente. "Todos os grandes foram grandes trabalhadores, incansáveis não só em inventar, mas também em reprovar, examinar, transformar, ordenar", escreveu Friedrich Nietzsche, o filósofo do século XIX. No ambiente da alta performance, a confiança, acreditar ou não acreditar que se consegue atingir os objectivos, tende a fazer diferença.
No entanto, a confiança é algo surpreendente. Pode ser desenvolvida de muitas maneiras e pode ser ou não ser eficaz. Pode-se ter motivos para estar confiante e não se estar. E pode não se ter razões para se estar confiante, e estar confiante e isso fazer uma diferença positiva. "Mesmo quando tudo está a correr mal, e não há razões para estar confiante, posso decidir estar confiante", comentou o escritor americano Kurt Vonnegut (1922-2007). É um facto.
A linguagem pode enganar, pode modelar a mente. O corpo, os movimentos e a postura, as expressões faciais, influenciam a mente, modelam o que é real. E a mente, paradoxalmente, modela-se constantemente a ela própria. Independentemente do que se está a pensar, andar em movimentos amplos e decididos aumenta a confiança e a determinação.
Andar, só por si, ajuda o cérebro a funcionar melhor, o raciocínio a ser mais rápido e as novas ideias a surgirem. Muitos génios da ciência e da cultura, entre eles, Einstein, Darwin, Nietzsche, tiveram as suas melhores ideias enquanto caminhavam.
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