Elisabete Pinto: "Um Natal sustentável é, acima de tudo, um Natal mais humano"

Nesses dias, a mesa é recheada e os excessos são comuns: além de comermos mais do que o desejável, há pratos que nunca chegam a ser tocados, sobremesas que duplicam ou triplicam sem necessidade, compras que não foram pensadas e muitos desses alimentos acabarão no lixo. Deitar alimentos fora não é só um desperdício económico ou um dilema moral, é também uma oportunidade perdida de contribuirmos para a sustentabilidade do nosso planeta.

Nos últimos anos, adensam-se as evidências de que a produção de alimentos é dos fatores que mais contribui para a produção de gases com efeito de estufa e consequentes malefícios para o planeta. Daí que o combate ao desperdício alimentar é uma das medidas muito eficazes em termos de sustentabilidade ambiental, como defende o grupo de especialistas que tem vindo a estudar como é que conseguiremos continuar a alimentar a população mundial, permitindo-lhes a satisfação das suas necessidades nutricionais, de forma sustentável (este grupo é conhecido por EAT-Lancet e publicou o seu primeiro posicionamento em 2019).

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