Duarte Silva: "Faz sentido ainda falar em gestão da mudança?"
Durante décadas, a “gestão da mudança” foi um dos braços mais poderosos da ciência da gestão. Surge, como disciplina, sobretudo na segunda metade do século XX. Kurt Lewin é considerado o “pai” deste campo, com o seu célebre modelo da década de 40 unfreeze-change-refreeze, introduzindo a noção de que mudar é um processo estruturado.
Nos anos 80 e 90, proliferaram modelos como os de Kotter (os famosos 8 passos), Bridges, ADKAR, entre outros. Era uma época em que as empresas começavam a lidar com reestruturações, fusões, globalização, e o início da digitalização. A mudança era vista como um projeto, com princípio, meio e fim.
Artigo completo disponível na Renascença.
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