Diana Mesquita: "Não há ciência sem sonhos"

Na última década, fazer ciência tornou-se o equivalente a ‘escrever artigos’. Prevalece o "publish or perish" que nos tira o fôlego sem sequer nos apercebermos. No momento em que celebramos com entusiasmo a submissão de um artigo, de imediato percebemos que precisamos de um outro, e depois de outro; não será suficiente porque competimos mais do que colaboramos. 

Existe um lado romântico no fazer ciência: no fôlego em mudar o mundo e transformar vidas. Lembro-me do meu fôlego quando comecei a fazer investigação e comparo-o com o que tenho agora. É um fôlego que se tem transformado num suspiro.

Artigo completo disponível na revista Visão.