Desencontros desconfinados
Já com os dois comentadores residentes de regresso, o magazine dos domingos detém-se no modo como Marcelo e Costa falaram por interpostos repórteres sobre um eventual recuo no desconfinamento. Marcelo garantiu que, naquilo que dele dependesse, não se voltaria atrás. Costa respondeu que ninguém pode garantir que não se volta atrás. "Nem o senhor presidente o pode fazer, nem o fez", sublinhou António Costa.
À chegada a Budapeste, perguntaram ao PR se se sentia desautorizado. Marcelo respondeu que o presidente nunca é desautorizado pelo primeiro-ministro. Até porque "quem nomeia o primeiro-ministro é o PR. Não é o primeiro-ministro que nomeia o PR". Costa responderia que em algum momento se teria instalado "um equívoco", pois nunca lhe passaria pela cabeça desautorizar Marcelo.
Marcelo garantiu que, naquilo que dele dependesse, não se voltaria atrás. Costa respondeu que ninguém pode garantir que não se volta atrás. "Nem o senhor presidente o pode fazer, nem o fez", sublinhou António Costa. À chegada a Budapeste, perguntaram ao PR se se sentia desautorizado. Marcelo respondeu que o presidente nunca é desautorizado pelo primeiro-ministro. Até porque "quem nomeia o primeiro-ministro é o PR.
Não é o primeiro-ministro que nomeia o PR". Costa responderia que em algum momento se teria instalado "um equívoco", pois nunca lhe passaria pela cabeça desautorizar Marcelo. Um comentário de Paulo Pedroso no Twitter deu chamada de primeira página num jornal.
Daí que o editor d"A Espantosa Realidade das Coisas tenha perguntado ao sociólogo do ISCTE e à professora de Ciências da Comunicação e Comunicação Política da Universidade Católica de Lisboa, Rita Figueiras: "Estamos perante um involuntário número de revista ou face a afloramentos subtis e sibilinos de política pura e dura?" E entretanto houve tiro ao alvo no arraial da Iniciativa Liberal.
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