Céline Abecassis-Moedas: "O teletrabalho e o omnicanal educativo"

Neste início de ano de 2022, continuamos com muitas incógnitas sobre o futuro em termos de modelos de trabalho e de educação. Há cada vez mais discussões sobre o futuro do trabalho. Por exemplo, nas universidades temos discussões intensas sobre se o futuro das aulas vai ser online ou presencial. Gostava de aproveitar este paralelo para discutir o futuro da formação de executivos. Será que vamos continuar a dar as aulas online ou vamos voltar ao presencial?

A discussão sobre o teletrabalho está relacionada com o facto de muitas pessoas declararem que preferem trabalhar a partir de casa. Mas será que é mesmo o caso? Alguns argumentam que a “great resignation” está ligada ao trabalho remoto onde as pessoas perdem a ligação às empresas e à parte social do trabalho da qual gostavam muito. A polémica sobre o teletrabalho está relacionada com o impacto na produtividade. No início da pandemia diversos estudos mostraram que a produtividade aumentou com o teletrabalho. No entanto, estudos mais recentes já são menos claros e muitos já reportam muitos casos de baixa de produtividade. Afinal, parece que as pessoas estão a trabalhar mais horas, mas com menos produtividade. O foco do teletrabalho é o bem-estar dos empregados, mas há pouca informação sobre o impacto na qualidade do serviço pelo cliente e pela organização.

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