Céline Abecassis-Moedas: "E se a universidade durasse uma vida inteira?"

No mês passado participei na Longevity Innovations in Higher Education Summit, que teve lugar na Arizona State University (ASU), nos Estados Unidos. Logo no primeiro dia, visitámos a residência sénior Mirabella, localizada no próprio campus.

No meu caso, a visita foi guiada pela Deborah, antiga professora universitária de francês que, após a reforma, decidiu continuar a viver na universidade. Enquanto caminhávamos entre salas de aula, espaços comuns e zonas de convívio, Deborah descrevia o seu dia-a-dia: assistir a aulas, participar em conferências, envolver-se em projetos com estudantes mais jovens. “Aqui continuo a aprender”, disse-me.

E é precisamente aqui que reside a verdadeira inovação deste modelo.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do  Observador de 17 de abril de 2026.