Céline Abecassis-Moedas: "A aprendizagem no mundo dos learning animals"

Cada vez mais, as empresas estão a perceber que os melhores desempenhos vêm dos seus colaboradores que são naturalmente aprendizes autodirecionados, indivíduos curiosos e inquisitivos que estão genuinamente interessados em adquirir novos conhecimentos.

A solução? Recrutar talentos com essa aprendizagem natural que vem de uma motivação pessoal para crescer profissionalmente.

A Google conseguiu encontrar e definir essa característica essencial nas pessoas que recruta - a "learnability" - o desejo natural de aprender. Os perfis que a Google procura são designados de "learning animals", pessoas que têm sede de aprender. Isto traz implicações para os indivíduos, para as empresas e, claro, para as universidades.

Em primeiro lugar é preciso perceber que as pessoas que têm sede de aprender, aprendem de uma maneira mais autónoma, vão procurar as competências que precisam quando precisam. Estas pessoas podem aprender através de leituras, de podcasts, de vídeos, de formação assíncrona online, de formação presencial ou com mentores nas suas empresas. Podem também aprender através dos colegas ou de outras pessoas dentro da empresa. Cada um desenha a sua learning journey em função das suas preferências, disponibilidades e do seu estilo de aprendizagem.

Depois, as empresas que querem atrair este tipo de talento que consideram que traz maior potencial à sua organização, têm que oferecer e disponibilizar experiências de aprendizagem, de forma formal ou informal e de dentro e fora das empresas.

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