Camilo Valverde: "O ‘burnout’: problema pessoal ou organizacional?"
De acordo com Maslach et al. (2001)* o burnout pode ser definido como exaustão generalizada, sentimentos de cinismo e desprendimento face ao trabalho e uma sensação de ineficácia e de falta de realização. Trata-se de uma síndrome cada vez mais difundida na atualidade, causando elevadíssimos custos físicos, psíquicos e socioeconómicos nos planos pessoal, organizacional e social.
A crescente incidência do burnout, já reconhecido pela Organização Mundial de Saúde como doença, tem graves consequências ao nível do sofrimento das pessoas e no funcionamento das organizações, nomeadamente, a redução da produtividade, o aumento do absentismo, a elevação do turnover, sobretudo dos trabalhadores mais eficientes e qualificados.
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