Bernardo Ivo Cruz: "Não há luz ao fundo do túnel?"

As últimas semanas não têm sido fáceis para quem acredita na moderação e no diálogo, nas instituições que suportam as democracias liberais, no equilíbrio entre a liberdade individual e a igualdade entre as pessoas, na economia social de mercado e nas organizações multilaterais.

Nas eleições para o Parlamento Europeu, suspirámos de alívio porque o centro político que tem garantido o processo responsável pelo mais longo períodos de paz e prosperidade na história do continente-continua maioritário, escolhendo ignorar que os partidos que recusam as bases e objetivos da integração europeia cresceram significativamente e só não são mais eficazes porque estão divididos. Agora, vemos os esforços do primeiro-ministro húngaro para coordenar esses partidos, o que poderá alterar os equilíbrios do Parlamento Europeu e da UE.

Nota: Pode ler este conteúdo na íntegra na edição impressa do Diário de Notícias de 2 de julho de 2024.