Azeredo Lopes: "Uma flotilha, alguns “ativistas” e bastantes mais “inativistas”"
A interceção da flotilha Global Sumud e a detenção dos participantes pela Marinha de guerra israelita levanta algumas questões, tanto de natureza jurídica como política. Tudo isto aconteceu porque Israel é, desde há décadas, a potência que ilicitamente ocupa os territórios palestinianos (veja-se, por todas, a resolução 2334 do Conselho de Segurança) e que, desde há mais de 15 anos, exerce um bloqueio naval que impede o acesso a Gaza.
A tal flotilha pareceu, desde o início, algo diferente das anteriores, porque muito profissional. Diferente no que se refere ao número de embarcações envolvidas (mais de 40), ao número dos participantes (perto de 500), à estratégia relativa aos navios envolvidos, de porte pequeno ou médio.
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Público de 4 de outubro de 2025.
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