Azeredo Lopes: "Uma decisão muito importante"
Foi ontem conhecida a decisão do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) sobre o pedido de medidas provisórias no caso relativo à “Aplicação da Convenção sobre a Prevenção e a Repressão do Genocídio na Faixa de Gaza” (África do Sul c. Israel). Está em causa o conflito em Gaza e toda a sua envolvente, desde os ataques terroristas do Hamas de 7 de outubro até aos reféns que continuam detidos em Gaza e ao caráter hediondo de muitos dos atos cometidos por aquela organização, até com o apoio de alguns funcionários internacionais (e isso é trágico).
Mas está também em causa a brutalidade da resposta israelita, cujo aparelho político poucos ou nenhuns limites tem aceitado quanto à sua resposta militar e aos meios para o efeito adotados. Por outro lado, quem acusa é a África do Sul, que muitos menosprezaram como incapaz de preparar uma queixa juridicamente consistente, ainda por cima invocando contra Israel a violação da Convenção do Genocídio.
Nota: Pode ler o conteúdo na íntegra na edição impressa do jornal Público de 27 de janeiro de 2024.
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