Azeredo Lopes: "A guerra que nunca seria curta"

Quando anunciou o início da guerra contra o Irão, o Presidente dos Estados Unidos terá pensado que eram favas contadas: nada mais do que uma “pequena excursão”, uns dias, e depois mandava Israel parar. Enganou-se redondamente. Interpretou a participação nesta agressão como uma medida simples, que encaixaria na transformação radical das relações internacionais que tenta promover. Ora, se há coisa que continua a não parecer simples é a “peça” iraniana.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do jornal Público de 22 de março de 2026.