Azeredo Lopes: “A Europa vai pagar À GRANDE”
Por estes tempos, não deve haver muitos assuntos tão consensuais como o da necessidade do aumento do investimento em defesa. Em 2022, todos o sabemos, a invasão russa da Ucrânia expôs as fragilidades de um discorrer político que proclamava as virtudes de um sistema de segurança e defesa cooperativo (através da Aliança Atlântica) mas, da mesma sorte, abominava a integração de esforços e insistia numa visão soberanista de qualquer esforço defensivo.
Além disso, e para evitar as arestas, optou-se por uma métrica simples, de natureza quase só quantitativa, e subsumida na pergunta "quanto tenho de pagar?". Eram necessários e suficientes 2% do PIB, dos quais 20% em novas capacidades, e assim se acalmavam as críticas desabridas do nosso amigo americano (primeiro mandato de Donald Trump).
Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Público de 24 de junho de 2025.
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