Arménio Rego: "Liderança Antiética"
As falhas éticas na liderança são perversas para as organizações, pelo menos no longo prazo. Para quem tem dúvidas, eis um rol de exemplos ilustrativos: BES, BPP, BPN, Theranos, Boeing, Enron, Dieselgate (Volkswagen), Wirecard, WeWork, Nikola, Nissan/Carlos Ghosn, e Wells Fargo. Para uma quantidade significativa de pessoas que leem este artigo, os três primeiros casos serão mais familiares do que os restantes.
Mas basta googlar o nome de cada uma dessas outras empresas, juntamente com a palavra scandal, para rapidamente obter elementos que permitem compreender a gravidade do que ocorreu. A evidência provinda desses e doutros casos é também demonstrativa de que, frequentemente, a malignidade recai sobre os próprios líderes. Não creio haver muitas pessoas dispostas a arriscar viver as experiências tardias de Ricardo Salgado, João Rendeiro, ou Oliveira e Costa – pese embora todo o esplendor que, durante muitos anos, essas personalidades fruíram.
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