Arménio Rego e Jon Gruda: "A ascenção dos narcisistas"
Em tempos críticos, o fascínio por líderes hiperconfiantes e carismáticos é enorme. Esta atracção é frequentemente instrumentalizada, em proveito próprio, por líderes narcisistas – indivíduos audaciosos e hiperconfiantes cuja auto-obsessão grandiosa pode minar a cultura e a sustentabilidade de uma organização. Este artigo ajuda a compreender as dinâmicas das relações entre líderes narcisistas e seus liderados. Dá conta dos perigos gerados por líderes narcisistas. Também discute mecanismos preventivos e protectores, tanto para as organizações como para os liderados.
O fascínio e os seus perigos
Vivemos tempos de volatilidade e incerteza sem precedentes. Imperam mudanças económicas, disrupções tecnológicas e alterações constantes nas formas de trabalho. Neste clima de instabilidade, o fascínio por líderes hiperconfiantes e carismáticos é enorme. Deles se espera que lidem eficazmente com essa turbulência e assim nos libertem dos receios que a mesma comporta. Essa atracção, que incorpora uma dose significativa de fantasia, abre a porta a personalidades narcisistas – indivíduos audaciosos e hiperconfiantes cuja auto-obsessão grandiosa pode minar a cultura e a sustentabilidade de uma organização.
Artigo completo disponível na Human Resources.
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