André Pinho: "Viva a era das subscrições!"
Antes só pagávamos o serviço de televisão, internet e jornais e revistas por subscrição. Agora, pelo mesmo modelo de pagamento, podemos ter em casa escovas de dentes, flores, vinhos e até meias Netflix, Spotify, Office 365, Dropbox, Gmail premium, Zoom, e os jornais Negócios e o The Economist são as subscrições que André Pinho fez e que se lembra de referir de repente. "Subscrevo muitas coisas, feliz ou infelizmente, porque todos os meses sai bastante dinheiro da minha conta. Por alto, são cerca de 1800 euros por ano", revela à SÁBADO o consultor estratégico, de 34 anos, que lidera o Innovation Office da Universidade Católica.
André diz que até já abdicou de algumas, mas há outras que não dispensa, caso do Spotify: "Para mim, é essencial. Apresenta-me novidades todos os dias, o que é espetacular. Tenho uma conta com a minha mulher, que nos fica em 11 euros por mês". A indústria da informação e do entretenimento foi pioneira neste modelo de negócio, que entretanto se estendeu a diversas áreas. Além do serviço de televisão, internet e telemóvel, e de jornais e revistas pagos por subscrição, podemos também ter em casa, todas as semanas ou todos os meses, coisas que há pouco tempo não imaginávamos ser possível. Desde flores frescas a vinhos novos, passando por comida para os animais, artigos para bebés, produtos de higiene e de manicura, cabazes de vegetais e de frutos biológicos, bolos e salgados, e até meias e caixas surpresa com artigos portugueses.
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