André Azevedo Alves: "Obviamente demito-me"
Perante a realização de buscas na residência do primeiro-ministro e a detenção do seu chefe de gabinete Vítor Escária e do seu consultor e amigo próximo Diogo Lacerda Machado por suspeitas de crimes de tráfico de influência e corrupção associados a negócios em lítio e hidrogénio, António Costa tomou a opção mais sensata, que foi apresentar a sua demissão, saindo pelo próprio pé da liderança do Governo. Fez bem porque este caso, ao contrário dos anteriores, envolve directamente o primeiro-ministro.
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