André Azevedo Alves: "Mário Centeno deve demitir-se"

Os problemas do Banco de Portugal não começaram certamente com Mário Centeno — nem sequer com Vítor Constâncio –, mas a verdade é que Centeno tem levado a níveis particularmente gravosos a instrumentalização política da instituição. Sobre o Banco de Portugal em geral, mantenho o que aqui escrevi em 2016:

“Extinguir o Banco de Portugal ou – mais realisticamente face aos condicionamentos da pertença à zona euro – reduzir drasticamente os seus quadros e despesas seriam propostas merecedoras de atenta discussão face à sua inoperância e à falta de competência sucessivamente demonstrada ao longo de muitos anos.”

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de 2 de janeiro de 2025.