André Alves: "O futuro é (meta) digital?"
Nos últimos tempos muita tinta tem corrido à volta do tema metaverso. Sabe-se que a gigante de telecomunicações, MEO, foi a primeira organização portuguesa deste setor a entrar no mundo virtual. Subordinada ao tema “aberto a todos”, este novo canal oferece aos seus consumidores uma pop-up store que funciona como um centro de atendimento, um anfiteatro e um domicílio que se assemelha a um showroom de produtos e serviços.
Outras entidades como a Microsoft, a Nvidia Omniverse e até o Banco do Brasil começam a fazer parte deste mundo paralelo e virtual. Contudo, o crescente envolvimento das organizações e o incremento de utilizadores ativos, torna necessário esclarecer o que é o metaverso, e acima de tudo, avaliar as contrapartidas que este oferece a quem por lá passa.
Artigo completo disponível na Renascença.
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