Amélia Rita Monteiro: "Já se viu com 100 anos? A ciência sugere que devia"

Nos últimos tempos, é provável que se tenha deparado com fotografias de como as pessoas serão aos 100 anos: um retrato de hoje, lado a lado com uma versão gerada por inteligência artificial de nós próprios, décadas mais tarde. O exercício multiplicou-se e, à primeira vista, parece pouco mais do que uma curiosidade tecnológica. No entanto, a distância entre o “agora” e o “cem” torna-se, de repente, visível, quase palpável – e essa mudança de escala importa mais do que parece.

Nota: Este conteúdo é exclusivo dos assinantes do Observador de17 de julho de 2026.