Alfredo Teixeira: "O paradoxo do Papa Francisco – a religião importa?"

Nos últimos dias, a esfera pública foi tomada por um coro de pronunciamentos sobre o que representa esta figura, no contexto da nossa contemporaneidade. Já o sabíamos, mas tornou-se mais patente: a figura do Papa Francisco suscitava um crédito muito mais amplo do aquele que é gerado pela instituição a cuja comunhão presidia.

É o «paradoxo do Papa Francisco». Em 2019, o sociólogo italiano, Luca Diotallevi, dava este título a um dos seus livros, propondo-se reformular as mais hegemónicas conceções sobre a secularização, precisamente a partir de uma interpretação deste paradoxo: como compreender esta dicotomia entre o carisma de uma liderança religiosa e o capital simbólico da instituição que ele representa?

Artigo completo disponível na Renascença.