Alexandre Freire Duarte: "Quo vadis, “Fiducia supplicans”? (I)"

Estimo que pronunciar-se sobre algo sem deixar que o tempo o madure possa ser sempre precipitado. Esta minha perspetiva permitiu-me não cair em posições extremadas sobre o documento “Fiducia supplicans” [FS], que se leram inclusive neste órgão de informação.

Não irei tocar em teclas novas acrescentadas a um piano, mas tocarei nelas segundo uma ordem diferente, em busca de um pouco de originalidade. Assim, e antes de avançar com o meu parecer pessoal acerca desta temática numa segunda parte de este ensaio, apontarei o que disseram seis pessoas sobre a FS. A saber: 1.- um calvinista dos EUA; 2.- um Católico africano da República Democrática do Congo; 3.- um Ortodoxo Russo; 4.- um Católico Europeu da Alemanha; 5.- um cristão Copta do Egipto; 6.- e, por fim, um Católico dos EUA. Faço notar que me limitarei a apontar essas opiniões, não entrando em diálogo com elas senão indiretamente e naquele meu mencionado parecer conclusivo.

Artigo completo disponível no Observador.