Alexandre Castro Caldas: "A propósito do dia mundial da doença de Alzheimer"

Houve tempos, não muito antigos, em que se atribuía a deterioração das capacidades mentais dos mais velhos precisamente ao facto de serem mais velhos. Envelhecer entorpece a marcha e a mente, dizia-se.

O que a ciência veio demonstrar é que há idosos que, embora entorpecidos na marcha, não estão entorpecidos na mente e, por essa razão, quando a mente se deteriora é porque existe uma qualquer outra causa.

Há pouco mais de 100 anos o cientista Alzheimer deu o seu nome a uma dessas causas, que passou a ser bem conhecida e identificável do ponto de vista clínico. Essa causa é a doença para qual chamamos hoje a atenção e que constitui a causa para a maioria das pessoas cuja mente se deteriora, ou seja, que têm o diagnóstico genérico de demência.

Artigo completo disponível no jornal Expresso.