Aldino Santos de Campos: “Entre o verde e o azul das conferências globais”
Com o aproximar do final do ano é chegada a altura de fazer o balanço das atividades mais marcantes, das personalidades mais relevantes e daquilo que desejaríamos ver realizado no ano seguinte. Tendencialmente, imaginamos que na passagem de um ano para outro, as tarefas e os desafios que temos entre mãos ganham uma nova realidade como que associados a um recomeço natural. Tal como numa fórmula mágica, em que os problemas existentes transitam para o novo ano ganhando uma relevância renovada. Pois, no que ao ambiente e aos oceanos diz respeito, não há fórmula mágica que permita relativizar a atual realidade. Pelo contrário, os problemas até tendem a agravar-se por já estarmos num processo claramente em curso. Com isso, não quero dizer que os decisores políticos globais não tenham em linha de conta esta realidade. Têm, e sabem as consequências que podem advir caso continuemos a pensar e a agir da mesma forma que nos conduziu aos problemas atuais, quer ao nível do ambiente global em geral, quer ao do oceano global em particular.
Nota: Pode ler o artigo na íntegra na edição impressa do Jornal de Negócios de 27 de dezembro de 2022.