Um ano de maioria. Sete de governo
A maioria absoluta do PS, a fazer amanhã um ano, foi construída nas eleições de janeiro de 2022, mas a interminável sucessão de episódios político/judiciais causaram uma enorme erosão no conforto que, em teoria, essa particular e rara circunstância facultaria à governação.
Nove meses de Governo, 13 demissões – 11 secretários de estado e dois ministros – lançam uma sombra sobre o legado inicial do exercício governativo onde, para além dos apoios sociais de emergência e a nomeação de Fernando Araújo para o SNS, pouco mais haverá a recordar.
A contestação social também está a crescer alimentada por uma inflação que já esteve próxima dos dois dígitos, e um sem número de problemas estruturais, de novo com máximo grau de exposição pública nas últimas semanas, como seja o dos professores, do SNS, a Justiça, a TAP ou a indecisão à volta do novo aeroporto.
Artigo completo disponível na Rádio Renascença.
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