José Miguel Sardica: "A Terra Santa entre o Hamas e Netanyahu"

Os números permitem a comparação com o 11 de setembro, para pior: na demografia, 1300 israelitas mortos equivalem a quase 40 mil cidadãos americanos! E mais do que os números, fala a barbaridade: o Hamas não visou alvos militares israelitas, antes operando, com ódio cego e violência extrema, sobre inocentes – homens e mulheres, idosos, adultos e bebés.

O Hamas não é a Palestina, e muitos palestinianos (não religiosos, cristãos, pacifistas, opositores políticos, mulheres, homossexuais, etc.) são, também eles, vítimas desse «Movimento de Resistência Islâmica» (o seu nome oficial). Mas os palestinianos de Gaza elegeram o Hamas como seu governo, em 2006, abrindo a porta à eliminação da mais moderada Fatah e a uma ditadura que, com patrocínios vários, tem um só e inalterado programa há mais de trinta anos: destruir Israel.

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