Pedro Celeste: "Os equívocos da marca"

É evidente que a simbologia de uma marca é um aspeto relevante, sobretudo no mercado de consumo, onde o confronto visual é permanente. Mas marca não é um logo, não é um nome, é o conjunto de memórias que transparecem da experiência dos clientes. E isso é válido na área de consumo, serviços, industrial ou numa organização sem fins lucrativos. É válido numa microempresa, PME, multinacional ou entidade governamental.

O elemento visual representa a semente, que apenas dará uma boa planta se for percecionada como tal, funcional, vistosa, atrativa e duradoura. De um ponto de vista estratégico, a marca representa o seu posicionamento no mercado, resultante das imagens projetadas pelos clientes e não um conjunto de atributos desenhados pela empresa ou pela agência.

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