Luís Caeiro: "As culturas do silêncio"
O medo e o silêncio têm um papel discreto, mas decisivo na vida das organizações. Passam despercebidos e têm sido pouco investigados, mas são responsáveis pelo mal-estar psicológico dos colaboradores, matam a criatividade e a iniciativa, e podem levar a falhas graves e a decisões desastrosas que comprometem o futuro.
Nas organizações modernas, o medo reveste três formas principais. A primeira, é o medo de sofrer consequências materiais. Por exemplo, perder o emprego, não receber um prémio, não ter um aumento de salário ou perder um financiamento. Há também medos reputacionais que estão relacionados com a manutenção da autoestima e da imagem social. É o medo de parecer incompetente, causar uma "má impressão"“, fazer uma má apresentação em público, enfrentar a autoridade ou fazer perguntas que demonstram ignorância.
Artigo completo disponível na Renascença.
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