Vasco Araújo · Pathosformel

Sexta-feira, outubro 16, 2020 - 17:30

Sala de Exposições | Escola das Artes | UCP | Centro Regional do Porto


Vasco Araújo esteve em residência artística na Escola das Artes durante o ano letivo 2019-20, período durante o qual produziu a exposição/filme Pathosformel.  

Pathosformel é um novo trabalho de Vasco Araújo, sob formato vídeo, e trata-se de uma obra interdisciplinar, tanto na forma quanto no conteúdo, tendo como premissa a desconstrução e reconstrução de códigos comportamentais que refletem sobre a relação do sujeito com o mundo a ele exterior. 

O desempenho do corpo, da voz, a gestualidade, a linguagem e as formas sociais estabelecidas, são repensados através de dispositivos formais e conceptuais associados à ópera, à etiqueta palaciana, à mitologia Greco/Romana, definindo um espaço próprio, estético e discursivo. Amplamente alicerçado na Literatura, na Filosofia, bem como nos Estudos Clássicos, o artista pretende expor, criticamente: o olhar do Outro; a ambiguidade potencial das relações inter-pessoais; a fragilidade dos sistemas tomados por garantidos; a tragédia versus melodrama; a construção de uma ideia de real; as relações entre identidade e sexualidade; a virtude e a moral do dever; a geografia dos afetos e as pulsões do desejo e da paixão.


Curadoria: Nuno Crespo

Sala de Exposições da Escola das Artes

Abertura: 
16 de outubro de 2019 | 17h30

Data Final: 29 de janeiro de 2021 | 19h00

Horário de Abertura: De terça-feira a sexta-feira | 14h00 - 19h00 | Entrada Livre

Mais informações
 

Vasco Araújo · Pathosformel - exposição

Vista da exposição


O acesso à exposição é condicionado às seguintes regras:

  • Utilização obrigatória de máscara
  • Desinfecção das mãos com álcool-gel à entrada (disponível no local)
  • Distanciamento social obrigatório de dois metros entre visitantes
  • Permanência exclusiva de três visitantes na exposição
  • Duração máxima por visita de trinta minutos 

 

Vasco Araújo - Escola das Artes - Perfil

Vasco Araújo (Lisboa, 1975) é um nome consagrado no circuito da arte contemporânea. Vencedor do Prémio EDP Novos Artistas em 2003, expôs individual e coletivamente desde então em locais e eventos conceituados, como Museu de Serralves, Gasworks, Jeu de Paume, Bienal de Veneza ou Palais de Tokyo. O seu trabalho vai da pintura à escultura, da fotografia ao filme, lidando com temas de memória, identidade ou teatralidade em envolventes instalações transmedia. A sua obra está representada em várias colecções, públicas e privadas.

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