Aula Aberta com Denilson Baniwa | Escola das Artes
Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024 - 18:30 - Quinta-feira, Fevereiro 22, 2024 - 19:30
Auditório Ilídio Pinho | UCP | Centro Regional do Porto
A Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa organiza, no âmbito da Exposição "Não foi Cabral: revendo silêncios e omissões", uma Aula Aberta com Denilson Baniwa, no dia 22 de fevereiro, às 18h30.
A Exposição irá decorrer de 16 de fevereiro a 24 de de maio e conta com a curadoria de Lilia Schwarcz e Nuno Crespo.
O programa anual de conferências, concertos, exposições e performances regressa na primavera de 2024 à Escola das Artes. Todos anos, este programa é alinhado a partir de um tema emergente do nosso mundo contemporâneo. Se, em anos anteriores, a nossa atenção esteve concentrada em como é possível aprender a “Pisar suavemente sobre a terra” (Ailton Krenak), na relação entre “Arte / Pensamento / Som” ou na exploração da multiplicidade de cruzamentos e contaminações entre “Arte e Ciência”, em 2024 será a reflexão sobre as omissões e os silêncios que as histórias mantêm que ocupará o lugar de destaque.
Denilson Baniwa
Nascido em Barcelos, no interior do Amazonas, Denilson Baniwa é indígena do povo Baniwa. Atualmente, vive e trabalha em Niterói, no Rio de Janeiro. Como ativista pelo direito dos povos indígenas, realiza, desde 2015, palestras, oficinas e cursos, atuando sobretudo nas regiões sul e sudeste do Brasil e, também, na Bahia. Em 2018, realizou a mostra “Terra Brasilis: o agro não é pop!”, na Galeria de Arte da Universidade Federal Fluminense, também em Niterói, como parte do projeto “Brasil: A Margem”, promovido pela universidade. No mesmo ano, participou da residência artística da quarta edição do Festival Corpus Urbis, realizada no Oiapoque, no Amapá. Esteve em exposições no CCBB, Pinacoteca de São Paulo, CCSP, Centro de Artes Helio Oiticica, Museu Afro Brasil, MASP, MAR e Bienal de Sidney. Além de artista visual, Denilson é também publicitário, articulador de cultura digital e hackeamento, contribuindo na construção de uma imagética indígena em diversos meios como revistas, filmes e séries de tv. Em 2019, venceu o Prêmio Pipa na categoria online e, em 2021, foi um dos vencedores indicados pelo júri.
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