Instituto de Estudos Políticos e KPMG assinam protocolo de cooperação

O  Instituto de Estudos Políticos (IEP) da Universidade Católica Portuguesa e a KPMG estabeleceram um protocolo de colaboração para atribuir bolsas de estudo a estudantes da Pós-Graduação em Segurança e Defesa, contribuindo para promover a excelência académica, reduzir desigualdades e incentivar a formação especializada.

O protocolo pretende ainda aprofundar a colaboração entre as duas instituições, aumentando a visibilidade e o conhecimento de matérias de Segurança e Defesa junto dos alunos e, simultaneamente, responder a uma responsabilidade social quanto ao reforço do posicionamento de thought leadership, em temas relacionados com a soberania nacional.

A Pós-Graduação em Segurança e Defesa do IEP pretende responder às exigências emergentes do setor da Defesa, nacional e internacional, formando decisores e gestores estratégicos dos setores público, privado e militar, para que possam assumir a liderança na resolução de desafios complexos e multidimensionais. Apresenta uma organização modular, distribuída por 4 blocos, 20 unidades curriculares, 12 masterclasses e uma conferência final.

Na cerimónia de assinatura do documento, a Reitora da Católica, Isabel Capeloa Gil, lembrou que colaboração com a KPMG “já dura há vários anos”, propiciando o desenvolvimento de “projetos de interesse mútuo, sempre com um sentido de contribuir para o robustecimento das capacidades do país”. “Este protocolo com a KPMG vai-nos permitir crescer em conjunto para continuarmos a capacitar os que estão no sector e também os que estão fora do sector e que também precisam dessa capacitação”, frisou.

Isabel Capeloa Gil salientou ainda que “a área da Segurança e Defesa faz parte do posicionamento do Instituto de Estudos Políticos face aos seus congéneres nacionais e internacionais. É uma área de investigação central no Instituto, e pluridisciplinar”, com “uma transversalidade muito clara”. Além disso, continuou a reitora, “a nossa proposta em Segurança e Defesa dentro do IEP não se resume ao IEP. É estruturante do posicionamento da Universidade enquanto pilar de segurança do país”. “As instituições de ensino superior são a primeira linha de defesa. Fazem parte da estrutura de segurança nacional, na formação que fazem, mas também na consciencialização dos futuros profissionais para as realidades de segurança do país”, reiterou.

Já o CEO da KPMG Portugal, Vítor Ribeirinho, destacou a intenção de “promover a literacia” na área da Defesa, tendo em conta “a importância que tem para a nossa soberania”. “Mais do que a questão económica, o contributo que todos nós temos de dar enquanto organização é poder capacitar também as nossas empresas”.

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