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História

13 de Outubro de 1967. Pelo Decreto Lusitanorum Nobilissima Gens, a Congregação Romana da Educação Católica dá início à Universidade Católica Portuguesa.

A primeira Faculdade é a Faculdade de Filosofia de Braga já em funcionamento naquela cidade desde 1947. No ano seguinte abre, em Lisboa, a Faculdade de Teologia.

15 de Julho de 1971. O Estado reconhece oficialmente a Universidade Católica Portuguesa como pessoa coletiva de utilidade pública tendo por finalidade, entre outras, a de "ministrar o ensino de nível superior em paralelo com as restantes Universidades Portuguesas" (Decreto-Lei nº 307/71). O Decreto Humanam Eruditionem  institui canonicamente a Universidade Católica Portuguesa.
Culmina um processo, iniciado décadas antes sob a égide do Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

A Igreja portuguesa tem uma universidade cuja missão de ensino e investigação será completada por uma perspetiva de formação integral inspirada nos valores cristãos. À semelhança de numerosos países europeus, da América do Norte e do Sul, da Ásia e da Austrália, também em Portugal passa a existir uma Universidade Católica.

Prof. Doutor José Bacelar e Oliveira
Prof. Doutor José Bacelar e Oliveira, SJ (1916-1999)
Quadro a óleo da autoria de Luís Pinto Coelho

Às Faculdades de Filosofia e de Teologia junta-se em 1972 a Faculdade de Ciências Humanas. Estas últimas ficam instaladas em Lisboa, num edifício construído junto à cidade universitária e inserido num campus atualmente conhecido como campus de Palma de Cima, onde se situa a sede da Universidade. Aí funciona a Reitoria desde a nomeação do primeiro Reitor, em 1972, o Prof. Prof. Doutor José Bacelar e Oliveira, filósofo e jesuíta, que guiou a Universidade durante vinte anos.

O primeiro curso da Faculdade de Ciências Humanas - que foi também o primeiro curso de Gestão do país - foi a licenciatura em Ciências Empresariais, mais tarde denominada Administração e Gestão de Empresas. Seguiu-se-lhe o curso de Economia (1974) e o de Direito (1976).

Ia começar uma nova época na história do ensino superior em Portugal. O crescimento exponencial da procura na década de oitenta levou à abertura, em todo o país, de numerosas universidades tanto estatais, como particulares e cooperativas.

A UCP é solicitada pelas igrejas locais e pelas comunidades de várias cidades do país para aí se instalar.

A Braga e a Lisboa sucedem-se o Porto (1978), Viseu (1980), Leiria, Figueira da Foz (1991) e Sintra (1999). Cursos pontuais, em regime de extensão, já foram ou são atualmente ministrados em Vila Real, em Viana do Castelo, no Funchal e nos Açores. Nesta expansão a Universidade tem procurado servir necessidades regionais, levando o ensino universitário até onde ele ainda não existia - em Viseu, no Funchal, em Leiria, em Caldas da Rainha, em Sintra - ou propondo novas áreas - Escola Superior de Biotecnologia e Escola das Artes (Porto), Estudos Europeus.

Desenvolvem-se progressivamente recursos e equipamentos, em particular, as bibliotecas.

Em 1987, nos 20 anos da UCP, é inaugurada, em Lisboa, a Biblioteca Universitária João Paulo II, cuja Primeira Pedra havia sido benzida pelo Papa na sua visita à Universidade em 14 de Maio de 1982. Os centros de Braga, Porto e Viseu serão igualmente dotados de edifícios construídos de raiz para esse fim.

Para corresponder às profundas mudanças no ensino superior e à expansão geográfica da Universidade torna-se necessária nova legislação tanto externa como interna.

Assim, em 1990, é publicado o Decreto-Lei nº 128/90, que constitui o atual enquadramento legal da UCP.

Segue-se, em 1 de Novembro de 1993, durante o segundo mandato do segundo Reitor, Prof. Doutor D. José da Cruz Policarpo, a promulgação de novos Estatutos - os primeiros datavam de 1979 - que integram novas disposições da Santa Sé sobre as universidades católicas e as faculdades de Teologia contidas nas constituições apostólicas Ex Corde Ecclesiae e Sapientia Christiana. Consagram também a existência de Centros Regionais e a respetiva forma de organização e administração.

Por decretos do então Magno Chanceler, D. António Ribeiro, Cardeal-Patriarca de Lisboa, são instituídos o Centro Regional das Beiras, com sede em Viseu e Pólos em Leiria e na Figueira da Foz (4 de Dezembro de 1993), e o Centro Regional do Porto, com os seus pólos da Foz e da Asprela (20 de Setembro de 1994).

O Centro Regional de Braga, englobando a mais antiga Faculdade da UCP, um núcleo da Faculdade de Teologia e a atual Faculdade de Ciências Sociais, data de 1999.

Consciente das novas necessidades de formação do País, a UCP, principalmente a partir da década de noventa, alarga as suas tradicionais áreas de ensino.

Lança, por um lado, cursos de ciências e tecnologia, arquitetura, medicina dentária e engenharia, inseridos em novas unidades: Escola Superior de Ciências e Tecnologia (1996), Faculdade de Engenharia (1999). Esta última está sediada no segundo campus de Lisboa, situado no Concelho de Sintra.

Por outro lado, cria a Escola de Pós-Graduação na Faculdade de Ciências Económicas e Empresariais (1991), sendo uma das primeiras universidades a oferecer MBAs e mestrados e a avançar para a formação contínua com os cursos para executivos.

Na perspetiva do projeto de desenvolvimento da Universidade no domínio das Ciências da Saúde, foi criado, em 20 de Janeiro de 2004, o Instituto de Ciências da Saúde com sede em Lisboa e núcleos em vários Centros, que passou também, em 2006, a incluir uma Escola Superior Politécnica de Saúde, cuja atividade principal se situa atualmente na área da enfermagem em resultado da integração das Escolas Superiores de Enfermagem de S. Vicente de Paulo em Lisboa e da Imaculada Conceição no Porto.

Na reunião de 30 de outubro de 2015, o Conselho Superior da Universidade Católica Portuguesa aprovou a alteração da designação das seguintes Unidades: "Centro Regional das Beiras" para "Centro Regional de Viseu" e "Escola Superior Politécnica de Saúde" para "Escola de Enfermagem".

Mais informação: Tábua cronológica; Dicionário de História Religiosa


28/12/2016

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